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Do Céu ao Inferno ao Céu, as trajetórias de grandes equipes brasileiras

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JOSÉ RENATO

Considerando as 12 maiores equipes do futebol brasileiro, apenas 4 delas, jamais foram rebaixadas, são elas, Cruzeiro, Flamengo, Santos e São Paulo. Bem, mas isso tudo mundo já deve saber.

A queda do Internacional, este ano, justamente cerca de 10 anos depois de conquistar o Mundial de Clubes da FIFA, em 2006, marcou uma trajetória rápida do Céu ao suposto Inferno.

Ainda assim se formos considerar as maiores ‘ladeiras’ futebolísticas, a do Colorado é menos increme daquelas caminhadas pelo Corinthians, que foi rebaixado, em 2007, cerca de 8 anos depois de conquistar seu primeiro mundial, em 2000, e a do seu maior rival, o Grêmio, que após levantar seu mundial, em 1983, caiu para a Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro em 1991, por volta de 7 anos e meio depois, o que rende ao Imortal Tricolor, a queda mais vertiginosa.

As quedas, no entanto, dependem também, do ápice vivido por cada clube. Neste caso, a mais vertiginosa delas pertence ao Palmeiras, cuja maior conquista, a Taça Libertadores, aconteceu em 1999, por volta de 3 anos e meio antes de seu primeiro rebaixamento em 2002. Outra equipe que conquistou a Libertadores, em 1998, o Vasco da Gama caiu pouco mais de uma década depois.

Abaixo a tabela das 8 equipes, considerando, como critério para contagem do intervalo entre “o céu e o inferno”, as datas de conquista de seus maiores títulos e as datas da última partida disputada na edição de seus primeiros rebaixamentos da Série A do Campeonato Brasileiro.tabela-ceu

Mas há sempre o outro lado.

Uma vez que o que é abraçado como algo temerário, pode, realmente significar novos tempos.
Para isso basta lembrarmos que Corinthians e Atlético conquistaram, pela primeira vez, a Taça Libertadores, em 2012 e 2013, justamente, depois de passaram pela Série B do Brasileiro.

No caso do alvinegro paulista em um período de 5 anos, a equipe chegou ao topo do mundo, o que significa a maior ascenção. Outro crescimento de destaque coube ao Grêmio, que em um período de apenas 4 anos, viveu seu primeiro rebaixamento para depois conquistar a sua segunda Taça Libertadores, em 1995. Já o Galo mineiro caminhou a mesma trajetória em pouco mais de 7 anos.

Abaixo, a tabela das caminhadas “Do Inferno ao Céu”.

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