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Maracutaia é palco de pelada festiva dos Amigos das Antigas

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MANOEL FAÇANHA

O campo soçaite do Maracutaia, palco de grandes disputas do futebol amador das décadas de 1980/1990, recebeu no último sábado (23) o 4º encontro festivo dos “Amigos das Antigas”.

O evento reuniu dezenas de craques do futebol amador que brilharam no campinho de terra batida do bairro da Estação Experimental, praça esportiva essa idealizada pelo saudoso
Seu Osmar Corrêa, um desportista que, além de ajudar na organização das competições, narrava animados jogos de uma cabine improvisada no pé de uma seringueira.

Valtinho e Gilmar fazem duelo de gerações no campo do Maracutaia. Foto/Manoel Façanha

Um dos coordenadores do evento, o policial militar Jaime Moura, explica que a ideia é reunir os amigos de várias gerações para uma animada pelada e depois aquele saboroso churrasco, que é apimentado pelo bom bate-papo.

Emoção

Entre os participantes da última edição da pelada aparece à figura do professor José Alício Martins, ex-secretário estadual de Esportes. Feliz em reencontrar os amigos fez questão de jogar alguns minutinhos para matar a saudade de sua época de atleta. “Eu peguei três vezes na bola, mas estou muito feliz de estar aqui entre os amigos das antigas”, falou o ex-ponteiro da equipe de juvenis do Juventus.

O educador físico José Alício lembra sua época de juvenil com a camisa do Juventus e faz o cruzamento. Foto/Manoel Façanha

No encontro do sábado (23), o quarto ocorrido no ano, foi vencido pela equipe Laranja ao derrotar o time azul por 7 a 5. A próxima edição do encontro dos amigos das antigas já tem data agendada para o mês de fevereiro.

História

VASCO – Campeão infantil da Funbesa/1984. Em pé, da esquerda para a direita: Zequinha (presidente), Grande, Gil, Carlos, César Limão e Mustafa Anute (técnico). Agachados: Jonas, Nabor, Reginaldo, Manoel Façanha e Augusto. Foto/Acervo Manoel Façanha.

O campinho de terra batida do bairro da Estação Experimental ganhou nos primeiros meses de atividade o apelido de “Maracutaia”. A praça esportiva serviu de grande instrumento de socialização de jovens e adultos de várias partes do município de Rio Branco. O campinho, apesar de está localizado numa área que pertencia a extinta Fundação do
Bem Estar Social do Acre (Funbesa), era cuidado pela comunidade.

Os professores Nino, Mustafa Anute, Afrânio Moura, José Alício, Sônia e outros durante vários anos deram sua contribuição ao desenvolvimento do desporto naquela comunidade.