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Neymar fora de campo produz muita fofoca

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Neymar produz boas notícias dentro de campo. Fora dele o craque é profícuo em gerar manchetes sobre dinheiro e sua vida privada – tornando-se inevitavelmente personagem de fofocas.

A maior transação do futebol mundial foi espantosa. Mais de 200 milhões de euros pagos pelo PSG ao Barcelona para levar o craque brasileiro da Espanha para a França – trata-se de um pouco mais do que o dobro investido em 2016 pelo Manchester por Paul Pogba, até então a maior transferência do esporte em toda história; o guineano naturalizado francês foi comprado do italiano Juventus.

Tamanha quantidade de dinheiro na negociação por Neymar levantou suspeita de tudo quanto é lado. Da Espanha veio a maior: de onde saiu tanto euro num momento em que os clubes europeus tentam ajustar suas contas – o PSG pertence a um fundo de investimentos do Catar, um pequeno país produtor de petróleo do Oriente Médio.

A transferência de Pogba também gera desconfiança – a mesma que Neymar carrega em sua mudança do Santos para o Barcelona, com a divisão do dinheiro sendo questionada entre os donos de seu passe e suspeita de valores mais altos do que o anunciado oficialmente na transação.

Alguns costumam dizer que jogadores estelares têm esses problemas pelos clubes que atuam, mas Neymar cultiva isso desde muito cedo, quando se transferiu para o Barcelona, em 2013, com apenas 21 anos.

A vida privada de Neymar também é bastante explorada – parte por facilitação do próprio jogador, que costuma usar as redes sociais para mostrar suas andanças com “parças” e mulheres, sendo imediatamente replicada pela mídia.

O PSG comprou esse Neymar dentro e fora de campo – e espera lucrar com isso. Há uma obsessão das pessoas pela figura bem sucedida no que faz associada a polêmicas. Trata-se de uma das conjunções perfeitas do marketing, quando bem dosada. E Neymar parece incorporar isso com certa naturalidade.

Mas a quantidade de fofocas que produz com os temas relacionados a dinheiro e vida privada tem chegado perto da superexposição. Talvez fosse hora de o jogador começar a provar que dentro de campo ainda tem muito a oferecer, e fora dele tudo não passa de mexericos sem fundamento.

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